Aventuras de uma pedagoga na filosofia, na escrita e na tentativa de se descobrir ou então ser devorada pela sua ansiedade e intensiade. Encontrei a minha paixão pela escrita, poesia, e palavras que acalmam as nossas almas e o coração.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Depois de muitas desilusões amorosas ela resolveu se colocar numa redoma de vidro, que funcionava na cabeça dela como uma proteção pra o seu coração tão sofrido. Precisa se recuperar, precisava se curar, se proteger... Estava cansada de mentiras, ilusões, traições... Então pra que melhor que se proteger com um discurso pronto não quero ninguém, estou muito bem sozinha. E assim ela seguia na sua redoma e na sua verdade inventada de independência, sentia-se sozinha e pensava o quanto era complicado um relacionamento, assim saia, curtia, beijava algumas bocas, mas nem perguntava o nome, estava nem ai, queria mais era brincar e curtir a vida. Não precisava se preocupar não dava oportunidade pra ninguém se aproximar e tentar levantar a sua redoma e assim ela se ela se libertar.
So que o destino muitas vezes prega peças nas pessoas, e por que seria diferente com a menina-mulher da redoma de vidro? Quando ela menos esperava um beijo a tirou do meio da multidão, como ele tinha conseguido se aproximar assim dela sorrateiramente e a deixara completamente sem ar e sem entender o que havia acontecido... pensas que ela se entregou? claro que não estava sega demais pra se oportunizar apenas sorriu e segui seu caminho, deixando aquele beijo la no passado imediatamente.
O tempo passou ela continuava se sentindo a mulher mais forte do pedaço, sem paciencia para os dramas amorosos dos seus amigos, pensava ainda bem não vivo mais essas situações, mas na verdade acho que o que mais ela desejava e viver esses amores, essas intensidade, essas paixões e confusões.
Ate que um dia o seu dono do beijo que havia lha tirado o ao lhe encontra, como? Não tem-se ideias, acho que o destino o ajudou... e ai propõe o replay desse beijo, ela nem pensa claro que sim,tinha certeza que ele não apareceria, mas para seu desespero ele liga, o coração dela bate aos pulos e agora o que irei fazer? Perdida projeta mil frases, discursos, ideias... O encontro foi muito agradável, intimo gostoso, mas ela que por medo e cegueira não se permite mais viver, em poucos minutos consegue falar coisas que estragam minutos a frente de algo interessante, ela se mantem na defensiva, alarda que não quer nada serio com ninguém, apenas curtir e assim é. So que desde pequenos aprendemos que quem brinca com fogo pode se queimar a ao final de mais outros encontros e replays dessa historia, a moça se contradiz em seu próprio coração e agora cometera novamente a burrice de se apaixonar? e o que fazer agora, já que havia assutado e afastado o carinho o suficiente com seus discurso amendrontado?
E mais uma vez ela se encontra em sua cama, no escuro, com o silencio externo da escuridao e madrugadamais com os barulhos internos que impedem que ela durma...
O medo agora é o que fazer com essa sensação e sentimento, mesmo depois de ter tentado lutar contra e fingido que era incapaz de sentir algo novamente... Sinceramente nada tem para fazer... tera apenas que deixar o barco seguir seu curso e ver o ira lhe esperar na outra margem... Ele nem sabe o que se passa na cabeça dela, a moça agora vive a expectativa dos proximos encontro, se tiver, senão mais uma vez ela ira sofrer, se recuperar e se fechar ainda mais na sua redoma da paixão, sempre sozinha, sempre carente e permanente mente fingindo que esta bem..
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